O uso das mídias pela política

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TSE e o futuro da mídia política na internet

Muito se fala sobre a proibição do TSE quanto ao uso da internet enquanto ferramenta de divulgação de campanhas políticas, mas o que ainda não conseguimos entender é o porquê de tal proibição. Vamos aos argumentos:

A internet é o meio de comunicação livre onde o usuário pode se expressar e ser aceito ou negado pela sociedade. Se algum político exagerar na dose de sua penetração junto aos internautas, serão eles mesmos os primeiros a banir o político em questão.

Com o tempo a internet tornou-se o principal canal de vigilância da classe política. Quantas horas por dia a televisão aberta dá espaço ao balanço das contas de campanhas dos políticos? A tv só se interessa por isso quando algum escândalo é descoberto. E quem vai se deslocar até a junta eleitoral mais próxima pra pegar um calhamaço de papéis e levá-los pra casa?

SPAM? O primeiro político que enviar um, vai perder a eleição! Nenhum usuário da internet quer ver sua caixa de e-mails lotada com propaganda política. Ele quer acompanhar o candidato na hora em que bem entender. E através da internet o candidato pode estar até 24h por dia a sua disposição.

Nos EUA as campanhas via internet já são mais do que realidade. O Sr. Barack Obama soube utilizar essa potente arma para penetrar na população que tinha pouco ou nenhum interesse em política. A fiscalização ficou maior e as estratégias comunicacionais foram elevadas a enésima potência.

Enquanto isso alguns candidatos já esquentam a disputa, mesmo que em momento proibitivo, colocando no You Tube vídeos sobre o início de suas campanhas. Temos aqui o exemplo do Sr. Rui Gustavo de Recife que já tem material editado, logomarca e jingle.

Junho 10, 2008 Publicado por grupodepesquisa | Uncategorized | , , , , , , | Sem comentários ainda